A regulamentação do mercado brasileiro de apostas está entrando no nono mês, com quase 80 empresas devidamente licenciadas. O founder da Cactus Gaming, Nickolas Tadeu Ribeiro de Campos,observa uma consolidação do segmento depois de um período de transição necessário tanto para operadores quanto para apostadores.
Considerando esse mercado, a Secretaria de Prêmios e Apostas divulgou, recentemente, um balanço da indústria brasileira. Para Nickolas Ribeiro, o setor obteve avanços na proteção de sua base de clientes e na economia. O que é essencial, uma vez que quase 18 milhões de brasileiros (17,7 milhões precisamente) apostaram nas plataformas autorizadas pela autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda no primeiro semestre do ano.
Para fomentar o jogo legal, a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) está atuando em diversas frentes, solicitando a derrubada de mais de 15 mil domínios ilegais entre janeiro e junho de 2025. Além disso, o órgão está acompanhando e fiscalizando as instituições financeiras, que não podem realizar operações para companhias à margem da lei.
Em outra vertente, a SPA também enfrenta campanhas de propaganda efetuadas por operadores irregulares, contando com parcerias com as principais plataformas de busca e mídias sociais presentes no território nacional.
Público que aposta é predominantemente masculino
Ainda de acordo com o levantamento da autarquia do Ministério da Fazenda, 71% dos apostadores são homens e 28,9% são mulheres. As informações fazem parte do primeiro relatório semestral do Sistema Geral de Gestão de Apostas (Sigap). Esse sistema recebe, todos os dias, dados de todos os jogos realizados pelas empresas licenciadas a explorar essa atividade no país.
Para o executivo da Cactus Gaming, o relatório é bastante relevante por apresentar um panorama completo do mercado brasileiro devidamente regulado. Essas informações podem ser determinantes para elaboração e implementação de ações de conscientização, apoio e fomento ao jogo responsável e somente em sites e aplicativos de marcas de apostas autorizadas.
Por fim, Nickolas Ribeiro entende que esse processo de educação do público necessita ser constante e contínuo visando uma experiência recreativa, responsável e transparente.











