Um momento que pode despertar o interesse de novos jogadores no mundo das apostas esportivas. Felipe Coelho, CTO da Cactus Gaming, empresa reconhecida por ferramentas de KYC para apostas esportivas no Brasil e plataforma white label para iGaming, explicou como sustentar uma operação sustentável e responsável durante a Copa do Mundo 2026.
Ele esclareceu que o mercado brasileiro surgiu com camadas de proteção que modificam o cenário. “Exigências como a verificação biométrica no cadastro e a regra de mesma titularidade, em que a conta de pagamento via Pix precisa pertencer ao próprio jogador, criam barreiras importantes logo na porta de entrada e dificultam boa parte das tentativas de fraude clássica de identidade. Esse é um diferencial positivo do nosso mercado em relação a cenários não regulados”, afirmou.
No entanto, o executivo alertou que é necessário atentar para a concentração de novos cadastros em um curto espaço de tempo. “Grande parte do desafio durante a Copa é o comportamento abusador, com clientes que criam contas ou se movimentam especificamente para tirar proveito de campanhas, bônus e promoções de forma indevida”, disse.
Dessa forma, o CTO da Cactus Gaming recomendou que o monitoramento deve ultrapassar a validação de identidade, envolvendo identificar padrões de abuso de promoção em tempo real, proteger a integridade das campanhas e, ao mesmo tempo, garantir que o novo jogador legítimo, que é a imensa maioria, tenha uma entrada fluida e sem fricção desnecessária.
Cuidados durante o Mundial
Felipe Coelho também destacou que uma boa parte do público está chegando e não conta com histórico para servir de referência para as operadoras licenciadas. Assim, a opção é contar com sistemas que não se apoiem totalmente no passado do cliente.
“Padrões de comportamento agregados, sinais de risco em tempo real e parâmetros construídos a partir de milhões de interações permitem acompanhar de forma assertiva mesmo quem acabou de se cadastrar”, pontuou.
Além disso, Coelho ressaltou que a intenção primordial é assegurar um ambiente controlado e responsável. “À medida que o jogador interage, o acompanhamento ganha precisão. O objetivo é duplo, proteger o usuário e garantir a integridade da operação, e ele não pode esperar o jogador acumular meses de histórico”, declarou;
Vale salientar que a comunicação relacionada ao conceito de jogo responsável necessita ser simples, constante e atrelada à experiência do jogador. Ou seja, deixar claro desde o primeiro momento que apostar é um entretenimento para maiores de idade.
“Além de tornar as ferramentas de controle, como limites de depósito, de tempo e de gasto, visíveis e fáceis de usar. A Cactus enxerga isso como parte de ajudar o cliente a ter a melhor Copa possível, porque uma boa experiência é, antes de tudo, uma experiência sustentável”, finalizou o CTO da Cactus Gaming.











